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Banking & Capital Markets Outlook 2024

Uma economia global em constante mudança

Conheça os desafios que os bancos enfrentam e as tendências que irão marcar o futuro próximo para o setor.

 

As previsões recentes apontam para um contexto económico global incerto em 2024. Este deve-se a um conjunto de desafios, que vão desde a inflação e interrupções nas cadeias de fornecimento, a tensões geopolíticas e eventos climáticos extremos.

O setor bancário enfrenta dinâmicas complexas relacionadas com as taxas de juros e a concorrência, com impacto na capacidade de geração de rentabilidade e nas estratégias de negócio. Para muitas instituições, esta conjuntura significa um aumento da pressão no que diz respeito à criação de receita, pelo que, a disciplina aplicada aos custos vai tornar-se uma prioridade ainda maior e, possivelmente, um diferenciador. Contudo, enquanto racionalizam em algumas áreas, a tecnologia vai continuar a ser foco de investimento, com vista a aumentar a competitividade.

Conheça alguns dos desafios e forças disruptivas que impactam a indústria de B&CM

 

  • Fatores como as expectativas dos clientes e o próprio mercado vão continuar a forçar muitos bancos a oferecer custos de depósito elevados, ainda que a indústria global faça pressão para reduzirem.
  • Observa-se um crescimento modesto dos empréstimos, sendo que as alterações climáticas e a transição para a descarbonização podem ter um maior papel a desempenhar na disponibilidade de crédito.
  • Torna-se cada vez mais importante para os bancos nutrirem novas parcerias com terceiros, de modo a criar valor na forma de insights, ofertas personalizadas e melhores experiências de cliente. Exemplo disto são as relações entre bancos, FinTechs e BigTechs.
  • Tecnologias como Generative AI permitem aos bancos poupar, aumentar a produtividade e potenciar o trabalho de áreas como Risco, Compliance e Operações. Contudo, estas tecnologias podem trazer riscos consideráveis tanto ao nível da segurança como da regulação.
  • Em termos de regulação, ainda não existe uma abordagem única que enderece temas como crypto, digital assets, privacidade dos dados, IA e risco climático. Contudo, a tendência regulatória é consistente e, com diferentes níveis de intensidade e horizonte temporal, trará estes fenómenos para dentro do contexto regulatório.
  • Os consumidores têm vindo a expressar as suas expectativas no que diz respeito às experiências digitais, sem que se perca o toque pessoal. Já os clientes institucionais e corporativos mostram uma maior intenção de alargar as relações bancárias com vista a diversificar o risco.
  • À medida que as ameaças maliciosas e scams ficam mais sofisticados, torna-se necessário reforçar as abordagens assentes no risco. A tecnologia Generative AI e “third-party data” permitem treinar modelos de autenticação e deteção de fraude para prever ações criminosas.
  • Verifica-se também uma mudança no que diz respeito à gestão da riqueza: da “accumulation” à “decumulation”, passando pela integração de atributos financeiros com não-financeiros.
  • A aceleração da digitalização do trade finance pretende contribuir para modernizar esta área e tornar os processos de underwriting mais eficientes. Contudo, está dependente de um conjunto de fatores.
  • Os bancos de investimento, que vão experienciar um crescimento modesto no próximo ano, terão a oportunidade única de apoiarem a inovação climática ao oferecem produtos e infraestruturas que tragam mais credibilidade aos mercados de carbono nascentes.
  • As bolsas de transações tradicionais sentem a necessidade de se diferenciarem e atenderem às necessidades dos clientes corporativos, de várias formas: atraindo investidores globais que contem com o apoio de outros membros do ecossistema, investindo em tecnologias como a cloud, e outras.

Assista o vídeo e conheça também as tendências para o mercado português.

Saiba mais sobre as perspetivas para o setor bancário em 2024 no novo Outlook de Banking & Capital Markets. Leia o relatório completo aqui.

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