Como a robótica industrial, os robôs humanoides e os drones estão a redefinir a automação e a resiliência industrial.
Segundo o estudo TMT Predictions 2026 da Deloitte, desde 2021, as vendas anuais de robôs industriais têm-se situado nas ~500 mil unidades, e é expectável existirem cerca de 5,5 milhões de robôs industriais instalados até 2026.
Conheça a importância destes agentes da mudança, assim como os desafios que a adoção de IA em sistemas físicos poderá criar no futuro.
A inteligência artificial (IA) entrou numa fase decisiva. Depois de anos centrada quase exclusivamente no mundo digital – automação de processos, analítica avançada, modelos generativos e assistentes inteligentes – a IA começa agora a “materializar‑se no mundo físico”, transformando a forma como bens são produzidos, infraestruturas são mantidas e serviços críticos são assegurados.
O impacto potencial é profundo – não apenas em termos de eficiência, mas também de resiliência operacional, segurança, soberania tecnológica e competitividade económica.
Na nossa perspetiva, a questão já não é saber se a robótica inteligente e a IA física irão ganhar escala, mas como e quando cada organização se posiciona nesta transição. As organizações que começarem agora - com pragmatismo, clareza estratégica e foco no valor - estarão melhor posicionadas para liderar a próxima fase da transformação industrial.
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