Graças, em grande parte, ao uso crescente da inteligência artificial, as empresas do setor nativo da IA – Tecnologia, Mídia e Telecomunicações – representavam 53% da capitalização de mercado do S&P 500 no final de 2025 (ante 19% em 2008). No entanto, a maior novidade da indústria de TMT no próximo ano pode ser o início de uma era mais silenciosa e madura para a IA, com menos foco em avanços chamativos e mais em fazer a inteligência artificial funcionar em escala.
O estudo TMT Predictions da Deloitte prevê que, em 2026 e nos anos seguintes, a lacuna entre a promessa da IA e seu valor prático provavelmente diminuirá, impulsionada por avanços constantes e nos bastidores em áreas como: atendimento às necessidades de computação para inferência de IA, obtenção de benefícios operacionais com a orquestração de agentes de IA, ajuda a enfrentar a escassez de mão de obra com robótica industrial e drones habilitados por IA, entre outros. Mas crescimento e inovação trazem desafios: tensões geopolíticas expõem cadeias de suprimento frágeis de semicondutores, levando países a buscar soberania tecnológica. Vídeos de IA generativa nas redes sociais podem alimentar desinformação, intensificando os apelos por regulamentação e rotulagem de conteúdo. Provedores de telecom também podem enfrentar dificuldades para atrair consumidores apenas com velocidades de internet cada vez maiores, exigindo uma mudança para outros incentivos.
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