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Banca em Análise

Edições anteriores

Ao longo de vinte edições, o Banca em Análise tornou se mais do que um estudo. Tornou se um registo vivo da evolução do sector financeiro, acompanhado ano após ano com rigor, independência e uma visão que sempre procurou olhar além do imediato. Cada edição reflectiu o momento económico em que nasceu, mas também procurou iluminar as tendências que moldariam o que viria a seguir.

Nestes vinte anos, assistimos a transformações profundas: digitalização acelerada, novos modelos de negócio, mudanças regulatórias estruturantes, desafios globais inesperados e uma redefinição do papel da banca enquanto motor de resiliência e crescimento económico. O estudo acompanhou cada uma dessas fases, interpretando sinais, antecipando movimentos e oferecendo ao mercado uma leitura clara num contexto em constante mudança.

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A 19.ª edição, que analisa o ano de 2024, observou um crescimento moderado dos principais indicadores, com os activos a aumentarem 3,3% e os depósitos 1,8%. O crédito líquido reforçou o seu peso na estrutura de activos, passando de 22% para 24%, resultado das políticas de incentivo à concessão de crédito orientadas pelo Executivo e pelo BNA para promover a diversificação económica. Os resultados líquidos cresceram 59%, embora influenciados pela redução dos prejuízos do Banco Económico. O estudo identificou ainda desafios futuros associados à qualidade dos dados, à inclusão financeira e à necessidade de transformação digital do sector.  

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A edição relativa ao desempenho de 2023 destacou um crescimento expressivo dos resultados líquidos do sector, que aumentaram 65,8%, impulsionados sobretudo pelos resultados cambiais e pelas mais valias associadas à alienação de títulos de dívida pública. O crédito líquido cresceu cerca de 40%, e verificou se melhoria na qualidade do crédito, com redução da cobertura de perdas por imparidade. O estudo também assinalou forte aumento nos depósitos e uma evolução consistente no uso de meios eletrónicos de pagamento. 

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A edição de 2023 analisou o desempenho do sector em 2022, destacando o aumento de dois pontos percentuais no peso do crédito na estrutura de activos, bem como um contexto desafiante marcado pelo agravamento das imparidades e pelos prejuízos significativos do BPC. Os resultados líquidos caíram 13,6% face ao ano anterior, embora tenham sido atenuados pelos fortes ganhos cambiais e pela melhoria da margem financeira. O estudo também registou evolução positiva no uso de meios eletrónicos de pagamento e estabilidade no ranking dos principais bancos. 

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A edição de 2022, centrada no ano financeiro de 2021, revelou um aumento significativo do crédito líquido concedido a clientes e dos capitais próprios dos bancos, embora o total de activos e os depósitos tenham registado uma ligeira redução. O resultado líquido do sector apresentou uma recuperação expressiva, passando de valores negativos para mais de 592 mil milhões de kwanzas, refletindo melhorias na qualidade dos activos e na valorização do kwanza. O estudo evidenciou também mudanças no ranking dos maiores bancos e reforçou a importância das medidas de incentivo à concessão de crédito emanadas pelo BNA. 

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A edição de 2021 marcou a 15.ª publicação do estudo e apresentou uma análise aprofundada dos exercícios económicos de 2019 e 2020. Num contexto ainda influenciado pela pandemia, o estudo destacou tendências mistas no sector, sublinhando a resiliência dos bancos e o papel determinante das pessoas e da tecnologia. Incluiu entrevistas com responsáveis das principais instituições financeiras e reforçou o papel do estudo enquanto referência nacional para compreender a evolução do sistema bancário angolano. 

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A edição de 2020 analisou um ano profundamente marcado pela pandemia, que trouxe desafios significativos ao sector bancário. Apesar do total dos activos ter crescido cerca de 19% face a 2019, o estudo registou uma forte queda dos resultados líquidos, que passaram para valores agregados negativos, influenciados sobretudo pela menos valia da cessão de 80% da carteira de crédito malparado do BPC à Recredit. Ainda assim, observou se aumento no crédito líquido concedido, nos capitais próprios e na redução do rácio de crédito vencido, reflectindo a resiliência do sector num dos contextos mais adversos da sua história recente. 

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No âmbito da actividade bancária, assistimos em 2017 a uma trajectória mista no comportamento dos principais indicadores do sector. Observou-se um aumento global do total dos activos e dos capitais próprios dos bancos, no entanto o crédito líquido concedido a clientes, o produto bancário e os resultados líquidos dos bancos registaram um decréscimo. Neste período é ainda de destacar a conclusão do processo de adopção plena das Normas Internacionais de Contabilidade e de Relato Financeiro (IAS/ IFRS), uma medida muito relevante para o alinhamento dos bancos nacionais com as melhores práticas internacionais a nível de referencial contabilístico.

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O sector bancário angolano demonstrou em 2016 um elevado grau deresiliência. Apesar da conjuntura económica adversa materializada nos níveishistoricamente baixos da cotação do petróleo nos mercados internacionais,conseguiu alcançar um desempenho positivo, sendo de destacar o reforço dosfundos próprios dos bancos, que registaram um aumento de cerca de 26% face a 2015.

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O ano de 2015 ficou assinalado pela nova regulação emitida pelo BNA que fomentou melhores práticas de gestão, nomeadamente o crescimento contínuo da utilização dos meios electrónicos de pagamentos, bem como dos activos e depósitos dos Bancos Comerciais. Este ano ficou ainda marcado pela conjuntura macroeconómica, que condicionou uma redução do rácio de transformação e um aumento significativo das provisões para crédito.

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Em 10 anos assistimos no sector financeiro a uma ambição extraordinária, da qual resultou uma evolução positiva muito significativa. Foram, nestes 10 anos, criadas mais de 10 instituições financeiras com actividade comercial, e as que já existiam assistiram a um crescimento no caminho da sofisticação e da implementação de modelos de sustentabilidade das suas operações que lhes oferecem hoje uma posição consolidada no mercado nacional e, em alguns casos, em mercados internacionais.

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O ano de 2013 voltou a observar um crescimento global e a registar resultados motivadores, materializados designadamente no crescimento de 12% do volume de activos, e de 13% nos resultados atingidos pelas Instituições Financeiras face ao ano anterior. Durante 2013, o BNA emitiu também um conjunto importante de regulação inerente ao controlo interno e gestão dos riscos.

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O crescimento do sector bancário angolano volta a ser verificado, em resposta ao investimento realizado pelos agentes do sector em anos recentes. Um dos aspectos mais relevantes foi o aumento expressivo do crédito a clientes, na ordem dos 26%. Para este facto contribui a confiança no Kwanza, reforçada pela estabilidade cambial, que tem sido fundamental para a prossecução de uma política de desenvolvimento do crédito concedido em moedanacional.

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O crescimento sustentado do sector financeiro é ainda um factor essencial para o acesso do país aos mercados financeiros internacionais. Mas não basta crescer. É fundamental transmitir aos investidores credibilidade, transparência e confiança. Várias alterações legislativas e outras normas regulamentares e de supervisão têm evoluído neste sentido.

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A regulamentação do sistema financeiro angolano cada vez mais exigente foi acompanhada por resultados que demonstram a capacidade do mesmo para crescer, diversificar a sua actividade e impulsionar a economia. Esta é a principal conclusão da sexta edição do estudo da Deloitte “Banca em Análise”.

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A banca angolana teve um comportamento positivo e registou uma tendência de crescimento em 2009, apesar da crise financeira internacional. Esta é a principal conclusão da quinta edição do estudo da Deloitte “Banca em Análise”.

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A quarta edição do estudo foi apresentada em Luanda, numa sessão que contou com a presença do ministro da Economia Angolano e do vice-presidente do Banco Europeu de Investimentos.

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A terceira edição desta publicação apresenta algumas melhorias em relação ao ano transacto, em particular através do desenvolvimento de temas considerados críticos para o sector bancário angolano.

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O estudo deste ano caracteriza o sector bancário angolano, onde os bancos de retalho deram continuidade ao processo agressivo de expansão física verificado no ano anterior.

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A Deloitte lançou a primeira edição desta publicação, resultado de uma parceria com a Associação Angolana de Bancos, que apresenta um estudo profundo, sobre o sector bancário angolano.

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Observatório da Inclusão Financeira

Ao longo de quatro edições, o Observatório trouxe uma perspectiva complementar à análise tradicional da banca, centrando-se no acesso, utilização e impacto dos serviços financeiros na sociedade. Mais do que avaliar indicadores de desempenho, procurou compreender de que forma o sistema financeiro contribuía para o desenvolvimento económico, a inclusão social e a dinamização do tecido empresarial.

Num contexto de profunda transformação do sector, impulsionada pela digitalização, pela expansão da banca móvel e pelo surgimento de novos modelos de serviço, o Observatório destacou tendências, identificou desafios estruturais e apontou oportunidades para alargar o acesso aos serviços financeiros a uma maior parcela da população.Esta iniciativa reforçou o posicionamento do Banca em Análise enquanto plataforma de conhecimento, capaz de ir além da leitura financeira e assumir um papel activo na reflexão sobre o futuro da banca em Angola. 

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A quarta edição destaca a relação entre a actividade das Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) e o crescimento económico dos países, evidenciando o papel da inclusão financeira na criação de um ecossistema empresarial mais dinâmico e competitivo. O estudo mostra como o acesso ao financiamento, aos instrumentos de gestão e aos serviços financeiros adequados são fundamentais para estimular o empreendedorismo, impulsionar a produtividade e promover desenvolvimento económico sustentável. 

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A terceira edição examina a evolução do digital na última década e o seu papel determinante na transformação da inclusão financeira. O estudo analisa o crescimento dos meios electrónicos de pagamento, das plataformas digitais e dos serviços financeiros remotos, evidenciando como a digitalização tem vindo a ampliar o acesso, a eficiência e a transparência do sistema financeiro. A edição posiciona o digital como um dos pilares mais relevantes para a expansão sustentável da inclusão financeira. 

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A segunda edição centra-se no mobile banking como catalisador da inclusão financeira, explorando o papel dos serviços móveis enquanto principal porta de entrada para milhões de pessoas que permanecem fora do sistema bancário tradicional. O estudo analisa o impacto das soluções digitais baseadas em telemóvel no aumento do acesso a serviços financeiros, destacando o potencial desta tecnologia para ultrapassar barreiras geográficas, de infraestruturas e de literacia financeira.

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A primeira edição do Observatório apresenta uma análise abrangente do estado da inclusão financeira no mundo, com um foco particular sobre Angola. O estudo procura interpretar os progressos alcançados, identificar barreiras persistentes e oferecer uma leitura clara sobre o acesso da população a serviços financeiros formais. Esta edição estabelece as bases do Observatório, evidenciando a importância do tema para o desenvolvimento económico, para a redução das desigualdades e para o reforço da confiança no sistema financeiro. 

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