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Futuro da saúde e a interoperabilidade

A Deloitte apoia sua empresa a caminhar para o futuro da saúde, conectando toda cadeia de serviços e partes interessadas do setor

Imagine um futuro em que os profissionais da saúde, que incluem médicos, enfermeiros, psicólogos, além de pacientes, responsáveis e cuidadores tenham acesso de maneira eficaz e segura às informações abrangentes de saúde – como dados clínicos, manifestações dos clientes, custos de serviços, dados de dispositivos médicos e regulamentos de tratamento, além de despesas e fatores sociais restritos ao paciente.

Um capacitador fundamental desse processo é a interoperabilidade. O futuro da saúde prevê um cenário vantajoso e relevante, em que dados passam dos consumidores para operadoras de planos de saúde e outras partes interessadas do setor. Isso requer a cooperação de toda a cadeia de saúde, incluindo os prestadores de serviços (hospitais, clínicas, profissionais de saúde), operadoras de planos de saúde, além de empresas de tecnologia, indústria farmacêutica e da comunidade em geral.

Nesse contexto, a Deloitte apoia os clientes a desenvolver uma estrutura robusta para manter o compartilhamento de dados, as percepções de sistemas e usuários de tecnologia de saúde seguros e eficientes, considerando o investimento na interoperabilidade – que traz benefícios potenciais para a empresa.

Fornecemos consultoria estratégica, além de perspectivas que garantam que a sua organização não apenas possua a tecnologia certa, mas que ela seja implementada e gerenciada de forma eficiente e eficaz.

Explore nossas soluções de Consultoria Empresarial

Produção e consumo de informação

Eficiência das capacidades:

  • Sistemas clínicos;
  • Portais mHealth;
  • Outros sistemas;
  • Outras integrações.

Dados interoperáveis:

  • Repositórios compartilhados;
  • Repositório do paciente-único;

Tempo:

  • Compartilhamento de informações;
  • Visualizações contextualmente relevantes;
  • Acesso e navegação do paciente;
  • Prestação de cuidados colaborativos;
  • Suporte à decisão;
  • Pesquisa translacional.

Nova capacidade:

  • Integração e compartilhamento de informações em toda a organização;
  • Análises de processos em farmácias ou em centros médicos;
  • Acesso transparente a dados de saúde próprios, como exames, laudos e programação de cuidados;
  • Apoio para modelos de cuidados compartilhados, por exemplo, abordagens de equipes diversas, doenças crônicas etc.;
  • Análises a partir de dados amplos e relevantes que oferecem suporte na tomada de decisão no ponto de atendimento;
  • Apoio à pesquisa e incentivo à coleta de dados.

Benefícios:

  • Segurança e qualidade decorrentes do fornecimento de dados relevantes no ponto de atendimento;
  • Utilidade clínica aprimorada para as informações apresentadas;
  • Redução da carga administrativa e melhoria do gerenciamento de capacidade;
  • Colaboração positiva do fornecedor, além de um resultado de saúde positivo para o paciente;
  • Diminuição de eventos adversos, promovendo melhorias adicionais na segurança e na qualidade do atendimento;
  • Redução do tempo do ciclo entre pesquisa e aplicação de melhorias na prestação de cuidados.

Ativos próprios de interoperabilidade em um modelo end-to-end

Os prestadores de cuidados de saúde operam em um mercado complexo em que sistemas legados, custos crescentes e pressões governamentais contribuem para a diminuição de retornos.

As barreiras para o futuro da saúde:

  • Complexidade e quantidade de dados crescentes sobre saúde acarretam a falta de padronização;
  • Disposição de dados descentralizados, em vários sistemas legados de diferentes partes interessadas;
  • Compartilhamento ineficiente dos dados;
  • Multiplicação das fontes de dados de saúde, por exemplo, Fitbit ou wearables, que dificultam a centralização, já que esses recursos não são integrados.

A transformação digital:

  • Estratégia fundamentada centrada no paciente;
  • Sistema constituído por dados – a nova moeda de saúde, combinada aos rápidos avanços da inteligência artificial que pode fornecer suporte nas decisões clínicas, na medicina de precisão e na gestão proativa da saúde da população;
  • Acessibilidade em qualquer lugar – com a telemedicina, o acesso em todos os lugares se torna uma possibilidade de atendimento fora do ambiente hospitalar. Essas práticas permitem uma nova estrutura, que não é pautada somente na adição de mais leitos, mas na criação de modelos de cuidado que proporcionem a entrada de pacientes, melhorando a qualidade do atendimento a custos mais factíveis.

A interoperabilidade otimiza a conectividade, acelerando o acesso à prestação de serviços de saúde. Abaixo destacamos alguns exemplos:

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