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Pesquisa Deloitte/IBRI 2026

“A agenda ampliada de Relações com Investidores: ESG, normas contábeis e impactos tributários”

Deloitte e IBRI apresentam a 19ª edição do estudo, que analisa como tecnologia, regulação, ESG e Reforma Tributária estão transformando a atuação das áreas de Relações com Investidores

Pesquisa Deloitte/IBRI 2026

Confira os resultados

A área de Relações com Investidores (RI) tem ampliado sua atuação e assumido interfaces cada vez mais estratégicas com finanças, sustentabilidade, riscos e controles e temas tributários. Em um contexto marcado pela integração entre informações financeiras e de sustentabilidade, pela adoção de padrões internacionais e pelas mudanças no ambiente tributário brasileiro, as equipes de RI são desafiadas a fortalecer sua governança, seus controles e seus processos, ao mesmo tempo que evoluem a comunicação e o relacionamento com investidores e demais stakeholders.

A 19ª edição da pesquisa “Agenda ampliada de Relações com Investidores: ESG, normas contábeis e impactos tributários”, realizada pela Deloitte e pelo Instituto Brasileiro de Relações com Investidores (IBRI), consolida as percepções do mercado e identifica práticas, desafios e tendências que vêm influenciando o posicionamento da área de RI no Brasil.

Os resultados mostram que a incorporação de tecnologias e inteligência artificial aparece, simultaneamente, como o principal desafio e a maior prioridade das áreas de RI. A integração dos reportes financeiros e de sustentabilidade, a preparação para a IFRS 18 e os impactos da Reforma Tributária também reforçam a necessidade de maior articulação entre RI e diferentes funções corporativas.

A pesquisa evidencia, ainda, avanços na integração da agenda ESG à gestão e à governança, além da busca por formas mais digitais, segmentadas e dinâmicas de comunicação com investidores. Nesse cenário, o profissional de RI consolida sua atuação como elo entre as prioridades estratégicas das organizações e as demandas do mercado. Acesse o relatório completo para conhecer os resultados.

Principais insights

  • A incorporação de tecnologias, incluindo inteligência artificial, é apontada como o principal desafio por 69% das empresas e como prioridade por 73%.
  • Apenas 9% das organizações utilizam IA de forma avançada na revisão, consolidação e análise de relatórios de sustentabilidade.
  • A integração entre relatórios de sustentabilidade e demonstrações financeiras é o principal desafio na implementação dos novos padrões internacionais de divulgação, mencionada por 61% das empresas.
  • 82% das organizações ainda estão em estágios iniciais ou intermediários de adequação à IFRS 18. 
  • Para 89% das empresas, a Reforma Tributária terá algum impacto sobre sua gestão estratégica; 37% já envolvem profissionais tributaristas na construção das narrativas direcionadas ao mercado.
  • 39% das empresas vinculam indicadores ESG à remuneração dos executivos, mas apenas 22% utilizam ferramentas integradas ou avançadas para monitoramento contínuo dessas métricas.
  • Para modernizar a comunicação com investidores, 70% das organizações estão atualizando seus websites de RI, 54% ampliam a presença em redes sociais e 52% modernizam suas apresentações de resultados.
  • A necessidade de conhecimento multidisciplinar é o principal desafio para o desenvolvimento dos profissionais de RI, apontado por 81% das empresas.

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