Levantamento reúne os principais indicadores sobre tendências, investimentos e volumetria dos processos bancários, como transações, contas e clientes, oferecendo uma visão consolidada da evolução tecnológica e do comportamento digital no setor bancário
Acesse a primeira etapa do relatório, em versão executiva
Ano após ano, os investimentos da indústria bancária em tecnologia reforçam seu papel como alavanca estratégica para diferenciação competitiva e eficiência operacional. Nos últimos cinco anos, o orçamento destinado à tecnologia cresceu 58%, refletindo um movimento contínuo de modernização. Para 2026, a expectativa é de novo avanço de 8%, totalizando R$ 50,4 bilhões. Nesse contexto, tecnologias como inteligência artificial, inteligência artificial generativa e cloud consolidam-se como prioridades estratégicas, ao lado de iniciativas voltadas à cibersegurança e ao fortalecimento da infraestrutura digital.
Além dos investimentos em tecnologia, observa-se avanço relevante na agenda de capacitação e atração de talentos, com intensificação dos investimentos em treinamento especializado, reforçando o papel das pessoas como habilitadoras da transformação tecnológica.
Nesta 34ª edição da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, Deloitte e FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) apresentam os resultados em um formato resumido e interativo, estruturado para destacar, de forma integrada, investimentos e prioridades tecnológicas, estratégias de diferenciação e volumetria dos processos bancários (transações, contas e clientes).
Esta divulgação corresponde à primeira versão do estudo deste ano, em formato executivo. A versão completa será apresentada em agosto, durante o painel da pesquisa no Febraban Tech, com análises aprofundadas e conteúdos exclusivos.
A coleta de dados da primeira fase da pesquisa ocorreu entre dezembro de 2025 e março de 2026, por meio de formulários eletrônicos e entrevistas em profundidade com lideranças da área de tecnologia. Nesta etapa, 25 bancos responderam aos questionários qualitativo e quantitativo, representando cerca de 85% dos ativos da indústria bancária no País. Adicionalmente, foram conduzidas entrevistas com 53 executivos das áreas de tecnologia. Já na segunda fase, a coleta ocorreu entre janeiro e abril de 2026, com a participação de 23 bancos no levantamento quantitativo, correspondendo a aproximadamente 82% dos ativos do setor.