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O Futuro do Processo de Gestão de Riscos Empresariais

Levantamento revela as tendências e práticas da gestão estratégica de riscos, a evolução do mercado, como as organizações respondem às transformações e os caminhos para o futuro

Modelo de gestão de riscos do futuro deve ser mais integrativo, ter sinergia com a estratégia empresarial e aderir às tecnologias preditivas
O futuro do processo de gestão de riscos empresariais

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Para que seja eficaz e direcionada às prioridades da organização, a gestão de riscos do futuro deve ter como foco a estratégia, em todos os processos e áreas. É com este insight que a Deloitte apresenta ao mercado os resultados da pesquisa “O futuro do processo de gestão de riscos empresariais”, que contou com a participação de 154 empresas que atuam no Brasil.

O levantamento revela as tendências e práticas da gestão de riscos empresariais, a evolução do mercado e como as organizações estão respondendo aos temas mais relevantes para a função, além de abordar os níveis de maturidade das empresas participantes em relação à função e evidenciar os caminhos do futuro: com as práticas sendo realizadas em cada área de negócio e a frente dedicada à gestão de riscos orquestrando o apoio estratégico nas discussões e no fortalecimento da cultura de riscos.

Acesse o relatório completo e confira as prioridades atuais, os principais desafios e as inúmeras oportunidades para o futuro da área.

Principais insights da pesquisa

O futuro do processo de gestão de riscos empresariais caminha para um cenário mais integrado com a estratégia e com a cultura da organização, dentro de um contexto de revolução digital e com o repensar da estrutura e das responsabilidades dos órgãos de governança. Com as práticas sendo realizadas em cada área de negócio, a frente dedicada ao gerenciamento de riscos deverá atuar como apoio estratégico nas discussões e no adequado nível de monitoramento pelos órgãos de governança. Esse novo modelo, mais integrativo, estratégico e digital, ampliará a rapidez e o desempenho dos processos, de modo que se tornará uma gestão estratégica de riscos.

No geral, as organizações estão em estágios iniciais da trilha de maturidade da gestão de riscos e da integração entre os departamentos, com a função dedicada buscando alcançar um nível de gerenciamento cada vez mais estratégico e coordenado. Portanto, é necessário o fortalecimento da cultura da organização, a mudança na visão das lideranças e a discussão mais tempestiva e periódica dos órgãos de governança quanto à importância da estruturação da área de riscos para o negócio.

Para trilhar esse futuro, é essencial que as organizações concentrem seus esforços no direcionamento de tecnologias inovadoras, como Analytics e Inteligência Artificial, para atuar de forma preditiva na cultura de risco, alinhada à estratégia empresarial e à capacidade de análise de cenários futuros. Ainda, é necessário investir continuamente no desenvolvimento de seus profissionais dedicados às áreas de negócio e ao gerenciamento de riscos. As organizações também estão fazendo avanços significativos para desenvolver controles mais eficazes e eficientes para agregar valor e endereçar seus principais riscos. Tendências crescentes e casos individuais de criatividade e inovação devem auxiliar na criação de um futuro ousado e positivo para os controles internos.

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