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Global Powers of Construction 2021

Explore as principais estratégias, os impulsionadores e a atual situação económica da indústria da construção a nível mundial

Apesar do impacto da pandemia e da mudança nas prioridades de investimento a nível mundial, o sector da construção registou um crescimento constante em 2021 em todas as regiões. Embora a construção tenha sido considerada uma atividade essencial na maioria dos países em 2021, prevê-se que o crescimento global desacelere de 6,1% em 2021 para 3,6% em 2022 e 2023. Evidentemente, o sector está a demonstrar resiliência, mas tem de enfrentar os desafios colocados pela escassez da oferta, o aumento dos preços e as mudanças globais no sentido de infraestruturas sustentáveis - uma vez que estes fatores terão um efeito profundo no seu crescimento futuro.

Embora as perspetivas económicas do setor tenham abrandado devido à COVID-19 e à invasão russa da Ucrânia, as perspetivas para o setor da construção a nível mundial continuam a ser positivas. A dimensão agregada do mercado da construção foi avaliada em 7,28 biliões de dólares em 2021 e prevê-se que atinja 14,41 biliões de dólares em 2030. Nos próximos anos, o setor será impulsionado por alguns dos principais fatores de crescimento, incluindo o crescimento da população nos países emergentes, o envelhecimento da população nos países desenvolvidos, uma maior urbanização e concentração nas megacidades, a descarbonização das economias e a transformação digital.

O relatório Global Powers of Construction 2021 (GPoC) classifica as 100 maiores empresas de construção globais com base nas vendas e as 30 principais empresas com base na capitalização de mercado. Em linha com os anos anteriores, o relatório analisa as atuais perspetivas macroeconómicas do setor da construção e as expetativas para os próximos anos na indústria global da construção. Analisa os indicadores-chave financeiros dos principais intervenientes — desempenho em termos de receitas, capitalização de mercado, presença internacional, diversificação, rentabilidade, endividamento e outros rácios financeiros. Inclui também uma secção de análise de inúmeras tendências que têm vindo a moldar a construção nos últimos anos e que se espera que venham a ter um grande impacto no futuro próximo, considerando as novas prioridades pós-pandemia.

Principais conclusões:

  • Em 2021, a receita total do Top 100 GPoC aumentou 14,1%, para 1.819 triliões de dólares, enquanto a capitalização de mercado aumentou 13,3%, para 662.460 milhões de dólares.
  • A Europa tem a maior presença em número de empresas, com 40 grupos incluídos, no ranking dos 100 melhores, seguida do Japão e dos EUA, com 14 empresas cada.
  • 55% das receitas tiveram origem em empresas sediadas na China, sendo as restantes receitas provenientes da Europa, Japão, EUA e Coreia do Sul.
  • O desempenho financeiro dos 30 maiores GPoC variou em função da nacionalidade e das atividades desenvolvidas pelas entidades. A capitalização bolsista agregada cresceu 10,8%, o resultado líquido aumentou 21% e as receitas aumentaram 16%.
  • Para as 30 maiores empresas do GPoC, as receitas obtidas com vendas internacionais caíram para 15%, contra 17% em 2020 e 19% em 2019.
  • 25% das receitas totais comunicadas pelos GPoC foram obtidas em atividades não relacionadas com a construção. As empresas europeias foram as mais diversificadas (~32% das vendas totais), enquanto as atividades não relacionadas com a construção representam cerca de 24% das vendas totais das empresas americanas e asiáticas.
  • A internacionalização e a diversificação equilibraram os riscos, o que é fundamental dada a instabilidade do cenário macroeconómico.

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