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Tecnologia, investimento e proximidade: os novos fatores de diferenciação na advocacia

News | 05.08.2026

Francisco Espregueira Mendes, Managing Partner da Deloitte Legal TELLES, partilhou com o Jornal de Negócios a sua visão sobre a evolução do mercado jurídico português, num momento marcado pela transformação tecnológica, pela crescente complexidade regulatória e pela mudança das expectativas dos clientes.

"A vantagem competitiva do futuro não estará na dimensão, mas na capacidade de criar valor."

— Francisco Espregueira Mendes, Managing Partner

Para Francisco Espregueira Mendes, o mercado continuará a integrar diferentes modelos organizacionais, mas a tendência aponta para uma crescente valorização das estruturas capazes de combinar excelência jurídica, capacidade de investimento, proximidade ao cliente e uma visão estratégica dos negócios: “a questão já não é a dimensão das sociedades de advogados. É a sua capacidade de acompanhar a crescente complexidade dos desafios dos clientes.”

As organizações operam hoje num contexto económico, regulatório e tecnológico em rápida evolução, exigindo dos seus assessores jurídicos muito mais do que rigor técnico. Procuram parceiros de confiança que compreendam o seu negócio, antecipem riscos, identifiquem oportunidades e contribuam para decisões mais informadas e sustentadas.

Neste contexto, a capacidade de investir tornou-se um fator crítico de diferenciação. A inteligência artificial, a automação, a gestão avançada do conhecimento e a análise de dados estão a redefinir a forma como os serviços jurídicos são prestados, exigindo talento, recursos e uma aposta contínua na inovação.

As boutiques continuarão a desempenhar um papel relevante em áreas altamente especializadas. No entanto, os sinais do mercado apontam para uma crescente valorização de modelos que consigam conjugar profundidade técnica com uma resposta integrada aos desafios das organizações. É precisamente aqui que reside a relevância do modelo da Deloitte Legal TELLES. Acreditamos que o futuro da advocacia passa por colocar a excelência jurídica no centro, complementando-a com tecnologia, conhecimento especializado e uma compreensão alargada das realidades empresariais.

A vantagem competitiva do futuro não estará na dimensão por si só, mas na capacidade de criar valor, antecipar desafios e acompanhar a transformação dos negócios dos nossos clientes com proximidade.
 

Consulte o artigo publicado pelo Jornal de Negócios.