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Atlas da Hotelaria 2013

Deloitte lança Atlas da Hotelaria 2013

Com um total de 1.704 empreendimentos turísticos, que representam cerca de 129 mil unidades de alojamento, o tecido hoteleiro português registou em 2012 uma tendência de crescimento. Esta é uma das principais notas do Atlas da Hotelaria 2013, estudo realizado anualmente pela Deloitte.
Apesar dos desafios que se colocam ao sector hoteleiro português no actual contexto económico, o ano de 2012 registou um alargamento da oferta hoteleira em perto de 200 empreendimentos turísticos face a 31 de Dezembro de 2011. Contudo, uma análise mais criteriosa demonstra que essa situação ficou a dever-se, essencialmente, ao prolongamento do efeito de reconversão da oferta turística nacional, decorrente do novo regime jurídico dos empreendimentos turísticos.

De acordo com este estudo, que analisa a indústria hoteleira em Portugal, esta tendência de crescimento pode vir a manter-se, ainda que em menor dimensão, estimando-se o surgimento de mais de 30 novos empreendimentos turísticos em 2013. Lisboa lidera o ranking com 13 novos empreendimentos, seguindo-se a região Centro (com 7), o Norte (com 5), o Algarve (com 4), o Alentejo (com 3) e a Região Autónoma da Madeira (com 2).

No que se refere à tabela dos grupos hoteleiros / entidades de management, a liderança continua, desde 2007, a cargo do grupo Pestana Hotels & Resorts / Pousadas de Portugal, sendo este o detentor do maior número unidades de alojamento com 6.335.
Seguem-se os grupos Vila Galé Hotéis com 3.800 unidades de alojamento, Accor Hotels com 3.113, Tivoli Hotels & Resorts com 2.471 e VIP Hotels com 2.101 unidades de alojamento. Adicionalmente salienta-se o reforço da presença internacional por parte dos principais grupos hoteleiros nacionais.

Apesar de pequenas variações verificadas no total de unidades de alojamento de cada grupo, estas posições não têm vindo a sofrer alterações. O mercado hoteleiro português continua a caracterizar-se pela forte segmentação, por oposição à consolidação, com 61% dos empreendimentos turísticos e 40% das unidades de alojamento a pertencerem a empresários independentes, um aumento de 4 pontos percentuais, em ambos os casos, face ao ano anterior.

De acordo com o Atlas da Hotelaria 2013 da Deloitte, no que respeita à tipologia de empreendimentos turísticos, continuam a ser os hotéis a dominar em Portugal, com uma fatia de 70%, registando um crescimento de 3 pontos percentuais face ao Atlas da Hotelaria 2012. Em termos absolutos, as restantes tipologias de alojamento registaram aumentos no número de empreendimentos turísticos (apartamento turístico, hotel apartamento, hotel rural e aldeamento turístico), com excepção das pousadas que passaram de 42 em 2011 para 35 em 2012.

Este estudo revela ainda que continuam a predominar os empreendimentos turísticos com categoria de três e quatro estrelas, que totalizam 72% total do mercado, com respectivamente 38% e 35%. Seguem-se os empreendimentos de duas estrelas (com 16%). As pousadas perderam representatividade e passam de 3% para 2%, factor decorrente do encerramento de empreendimentos desta tipologia.

Quanto à distribuição por NUTS II, segundo os dados do Atlas da Hotelaria 2013, as posições mantêm-se. O Algarve continua a liderar a oferta hoteleira com 25% dos empreendimentos turísticos, seguido do Norte e Centro (ambos com 21%) e de Lisboa (14%). O Alentejo mantém os 8% de fatia do mercado, seguido da Região Autónoma da Madeira com 7% e da Região Autónoma dos Açores com 4%..

Quando analisado o RevPAR (Receita por Quarto Disponível) médio de 2012, confirma-se a liderança de Lisboa com 40,5€, seguida da Região Autónoma da Madeira (30,6€), Algarve (27,4€), Norte (20,6€), Região Autónoma dos Açores (20,5€), Alentejo (17,8€) e Centro (14,9€).

Segundo Pedro Rosa, Senior manager da Deloitte, este ano: “Destaca-se o facto dos principais grupos hoteleiros nacionais continuarem a apostar na expansão a nível internacional, procurando capitalizar o reconhecimento das suas marcas.
Apesar da consolidação se apresentar como uma tendência de evolução natural, são poucos os grupos hoteleiros e independentes que optam por explorar as potenciais sinergias daí decorrentes.
Mesmo num contexto económico e financeiro adverso o sector hoteleiro nacional tem demonstrado alguma resiliência no que respeita ao número de aberturas de novas unidades hoteleiras.”


Sobre a Deloitte
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