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Empresas portuguesas preferem o investimento directo e o auto financiamento

A larga maioria das empresas portuguesas (69%) considera que o processo de internacionalização se deverá efectuar via investimento directo, isto é, através da constituição de veículos societários locais ou da aquisição de partes de capital de sociedades já presentes no país de destino, com o autofinanciamento a assumir uma relevância preponderante no conjunto das fontes de financiamento disponíveis, conclui o “Estudo Sem Fronteiras” - iniciativa da Deloitte em parceria com a AICEP.

De realçar a intenção de serem estabelecidas parcerias com entidades locais e a preferência pela actuação em apenas uma das fases da cadeia do valor do produto, de acordo com os inquiridos. O financiamento bancário é opção para menos de metade das empresas inquiridas nesta análise (40 por cento), mas tanto este como os incentivos públicos de natureza financeira ou fiscal deverão, no futuro, assumir uma importância crescente.  

No momento da definição dos contornos do seu processo de internacionalização, as empresas atribuem importância ao acesso a informação relevante sobre os mercados de destino (77%), seguindo-se a participação em feiras e certames internacionais (52%) e o apoio logístico e administrativo inicial (40%).  

Uma nuance a ter em conta: para as empresas dos sectores agroalimentar e da indústria transformadora, o serviço mais relevante na fase de preparação prende-se com a presença em feiras e certames internacionais, enquanto as empresas de tecnologia, media e telecomunicações e as prestadoras de serviços atribuem maior valor ao networking com entidades públicas, associações empresariais, investidores e com empresas locais.

Outra conclusão importante está relacionada com o facto das empresas ainda privilegiarem o envolvimento de recursos humanos na disponibilização dos produtos ou serviços, nomeadamente através de força de vendas própria (57%), revendedores locais (41%) ou rede de distribuição local (30%). No entanto, no futuro, todos estes canais serão cada vez menos utilizados.

Apenas 24 por cento das empresas utiliza a loja online como plataforma de disponibilização dos seus produtos/serviços.

Uma percentagem significativa das empresas (35%) realiza mais de 50% do seu volume de negócios no exterior, sendo que se verifica uma correlação positiva entre o volume de negócios das empresas e a sua exposição aos mercados internacionais.

O “Estudo Sem Fronteiras” analisa o panorama global de internacionalização das pequenas e médias empresas portuguesas e realça as melhores práticas. Está disponível para consulta em http://estudosemfronteiras.com/, uma plataforma online inovadora construída com base na lógica de um aeroporto que divide as conclusões em quatro grandes blocos de informação (Terminais).

 

Sobre a Deloitte
“Deloitte” refere-se à Deloitte Touche Tohmatsu Limited, uma sociedade privada de responsabilidade limitada do Reino Unido, ou a uma ou mais entidades da sua rede de firmas membro, sendo cada uma delas uma entidade legal separada e independente. Para aceder à descrição detalhada da estrutura legal da Deloitte Touche Tohmatsu Limited e suas firmas membro consulte www.deloitte.com/pt/about.
A Deloitte presta serviços de auditoria, consultoria fiscal, consultoria, corporate finance a clientes nos mais diversos sectores de actividade. Com uma rede, globalmente ligada, de firmas membro, em mais de 150 países, a Deloitte combina competências de elevado nível com oferta de serviços qualificados, conferindo aos clientes o conhecimento que lhes permite abordar os desafios mais complexos dos seus negócios. Os aproximadamente 182.000 profissionais da Deloitte empenham-se continuamente para serem o padrão da excelência.

Sobre o estudo
Este estudo foi desenvolvido pela GfK Metris, para a Deloitte e a AICEP, com o objectivo de realizar um inquérito online junto de empresas nacionais, sobre o tema da Internacionalização das empresas, com as seguintes características metodológicas:
• Universo : Constituído pelos responsáveis financeiros e fiscais das empresas nacionais, constantes da base de dados fornecida pela Deloitte e AICEP.
• Amostra : Constituída por 605 entrevistas.
• Recolha da Informação : A informação foi recolhida através de entrevista online acedida diretamente pelos entrevistados, previamente informados deste projecto através de um mail com informações referentes ao mesmo e com o link de acesso ao inquérito, através do sistema CAWI (Computer Assisted Web Interviewing).
O questionário foi fornecido pela Deloitte e AICEP e adaptado pela GfK Metris (com uma duração de cerca de 15 minutos), tendo a Deloitte e a AICEP aprovado a formulação final do questionário. A recolha decorreu entre os dias 16 de Julho e 09 de Agosto de 2012.

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Deloitte & Associados, SROC, S.A.
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