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Global Powers of Retailing 2011


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O relatório 2011 Global Powers of Retailing da Deloitte Touche Tohmatsu Limited (DTTL), em parceria com a STORES Media, revela que mais de um terço dos 250 maiores retalhistas do mundo sofreram um declínio nas vendas no ano fiscal de 2009 (de Junho de 2009 até Junho de 2010). A análise inclui as empresas nacionais Jerónimo Martins SGPS, SA, em 85º lugar no ranking, e Sonae SGPS, SA, em 139º lugar, que desde 2004 até 2009 conheceram um crescimento anual de 17,1 por cento e 4,2 por cento, respectivamente.

Estes resultados podem ser explicados pela crise económica global que levou a um comportamento mais cauteloso por parte do consumidor e a uma secagem total do crédito disponível. No entanto, os esforços de muitas empresas para cortar custos e ajustar os níveis de inventário valeram a pena, com o lucro líquido do total dos 250 maiores retalhistas a aumentar de 2,4 por cento em 2008, para 3,1 por cento em 2009.

Enquanto cerca de um terço dos 188 retalhistas que divulgaram os seus resultados de linha de fundo viram o seu lucro líquido diminuir em 2009, esta é uma melhoria significativa em comparação com 2008, quando dois terços experimentaram uma queda nos lucros. Em 2009, apenas 13 empresas operaram com perdas – menos de metade do número de empresas não rentáveis em 2008. A rentabilidade melhorou em todos os sectores de produtos, com os retalhistas do sector da moda com um desempenho particularmente forte, a aumentar a sua margem de lucro de 4,1 por cento para 7,6 por cento, contra um crescimento global de vendas de apenas 0,7 por cento. Mesmo a linha de fundo para as margens historicamente baixas do sector de bens de consumo rápido aumentou, com um crescimento de 0,3 por cento ao ano.

Cada região sofreu uma queda no crescimento das vendas, mas todas as regiões registaram um aumento de rentabilidade, com excepção de África e do Médio Oriente. O maior crescimento foi na América Latina, com o aumento da margem de lucro de 1,4 por cento para 3,3 por cento. Os retalhistas nos EUA viram aumentar a rentabilidade em pouco mais de 1 por cento para 3,4 por cento no ano fiscal de 2009, enquanto os do Reino Unido tiveram a maior margem de lucro de qualquer outro país, com 3,5 por cento (acima dos 2,5 por cento em 2008) e também uma das maiores taxas de crescimento (7,1 por cento).

Segundo Ira Kalish, director of Consumer Business da Deloitte Research, parte da Deloitte Services LP nos Estados Unidos, “estes dados demonstram os esforços dos retalhistas em todo o mundo para gerir a linha de fundo. Há apenas um ano atrás reportámos uma queda de lucros nos retalhistas devido aos cortes dos consumidores, e o excesso de stocks levou a grandes descontos. Os retalhistas agiram com rapidez para identificar onde é possível economizar e estão a colher os benefícios”.

“Será mais difícil para os retalhistas continuar a aumentar os lucros através destas medidas, pelo que estão à espera que a recuperação económica coloque o crescimento das vendas no caminho certo. No entanto, com 2011 a começar, os retalhistas preocupam-se com a procura insuficiente nos países desenvolvidos e excessiva nos países emergentes. Também enfrentam preocupações com a volatilidade da taxa de câmbio, a mudança na política fiscal e a sustentabilidade da recuperação em alguns mercados", disse.

A composição dos 10 maiores retalhistas do mundo permaneceu a mesma no ano fiscal de 2009. No entanto, as vendas diminuíram para quatro dos Top 10 – Carrefour SA, Metro AG, Costco Wholesale Corporation (Costco) e The Home Depot, Inc. (Home Depot). Outros três viram as vendas crescer 1 por cento ou menos. Tesco plc, Schwarz Unternehmens Treuhand KG (Schwarz) e Aldi GmbH & Co. (Aldi) foram as únicas empresas entre o Top 10, cujo crescimento de vendas superou a média do Top 250.

Uma nova era de globalização de retalho?

Pela primeira vez desde que o DTTL começou a acompanhar o nível de globalização entre as potências mundiais do retalho, em 2005, que as operações no exterior, como parte do Top 250 de vendas a retalho, diminuíram. No entanto, esta foi uma queda pequena – de 22,9 por cento em 2008 para 22,2 por cento em 2009 – e acontece num ano em que 38 retalhistas iniciaram suas operações num novo país, pela primeira vez, com um total combinado de 57 entradas em novos mercado, envolvendo 42 países.

Kalish afirma que “à medida que o sucesso em mercados desenvolvidos se torna mais desafiador, o mundo emergente torna-se mais atraente. As experiências de alguns actores globais têm ensinado lições valiosas à indústria, sobretudo de que não é suficiente, simplesmente, entrar num mercado promissor – tem de haver uma estratégia. É também essencial que os retalhistas globais aproveitem ao máximo o conhecimento local, compreendendo os gostos e culturas locais, utilizando principalmente o talento de gestão local e desenvolvendo relações locais”.

“Os retalhistas que embarcam num período de globalização devem estar preparados para fazer investimentos significativos a longo prazo, ajudando a convencer fornecedores e vendedores locais que o retalhista está lá para ficar e construir uma relação com os consumidores. Também não devem ter medo de cometer erros, por vezes grandes. Há provavelmente mais histórias de retalhistas globais a cometer erros iniciais ao longo do caminho para o sucesso do que histórias de sucesso imediato”.

“Durante mais de duas décadas, os especialistas de retalho têm vindo a prever a globalização da indústria, mas agora podem ter razão. Embora nunca seja fácil, muitas e mais empresas estão prontas para se lançar no desafio. Podemos estar à beira de uma nova era de globalização do retalho,” conclui.

Empresa País de Origem Ranking Vendas 2009 (US$mil) CAGR
2004-2009 (%)
Wal-Mart EUA 1 405,046 7.3
Carrefour França 2 119,887 3.4
Metro Alemanha 3 90,85 3
Tesco Reino Unido 4 90,435 10.9
Schwarz Alemanha 5 77,221 9.8
The Kroger Co. EUA 6 76,733 6.3
Costco   EUA 7 69,889 8.2
Aldi  Alemanha 8 67,709 6.3
Home Depot EUA 9 66,176 -2
Target Corp. EUA 10 63,435 6.8

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