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Brasil é o segundo país mais atrativo para investidores internacionais, segundo pesquisa da Deloitte

Edição 2012 da pesquisa “Tendências Globais em Venture Capital” mostra que o foco dos investimentos no País se concentra em duas áreas: Venture Capital (42%) e Growth Equity (33%). 

SÃO PAULO, 16 de julho de 2012 – Globalmente, o Brasil é a segunda economia mais confiável (3,56) para a realização de investimentos, seguido da China (3,46) e Israel (3,37). Os Estados Unidos lideram o ranking com 3,64. Estes foram alguns dos destaques da pesquisa Tendências Globais em Venture Capital, desenvolvida pela Deloitte com a National Venture Capital Association. No Brasil, a ABVCAP – Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital - foi a parceira deste estudo.

De abril a maio de 2012, 440 fundos de venture capital, private equity e equity investors de 36 países das Américas, Europa, Ásia Pacífico e Israel apontaram seus níveis de confiança em relação a uma série de variáveis que impactam os investimentos financeiros globais, como geografia, indústrias e fatores de mercado. A atratividade dos investidores foi medida em uma escala de 1 a 5 (sendo um o mais baixo nível de confiança e cinco o mais alto). Participaram 24 respondentes brasileiros.

Em geral, os entrevistados expressaram níveis médios e baixos em relação a fatores externos que impactam seus negócios, tais como a economia, mercados de capitais, políticas públicas e iniciativas de arrecadação de recursos. Quando consideradas as oportunidades de investimento, o nível de confiança foi elevado. Os investidores também expressaram mais disposição em fazer aportes em seus países de origem.

“A pesquisa precisa ser lida considerando o cenário econômico global. Apesar de alguns países já estarem mostrando sinais de recuperação econômica, os dados revelam que ainda há bastante ceticismo e espaço para uma melhora considerável nos níveis globais de confiança. Os mercados internos voltam a ter atratividade e surgem oportunidades localizadas geograficamente e também em setores econômicos, como os de tecnologia da informação, bens de consumo e serviços”, afirma Ricardo de Carvalho, sócio da área de Transaction Services da Deloitte.

Além disso, os brasileiros foram os que apresentaram maior nível de confiança na condução de políticas a favor do investimento em seu próprio país, com uma média de 3,58. Em seguida, ficaram Canadá (3,30), Holanda e Israel (ambos com 3,00). Os países com menor atratividade no mesmo quesito foram Índia (1,89), Austrália (2,00) e Japão (2,26).

“O Brasil vem se destacando economicamente de forma positiva em relação a outros países globais, prova disso é que País encerrou o ano de 2011 como a sexta maior economia do planeta e vem atraindo cada vez mais a atenção de investidores estrangeiros, que veem o Brasil como opção viável para alocação de seus recursos. O País se destaca por apresentar um cenário econômico consistente, políticas de governo direcionadas ao crescimento sustentável, grande demanda doméstica e, portanto, com oportunidades diversificadas de investimentos na área de private equity e venture capital”, declarou Clovis Meurer, presidente da ABVCAP.

Dentro de seus próprios mercados, alguns setores são mais atrativos para investidores: em tecnologia da informação, computação em nuvem (3,92), software (3,80), novas mídias / redes sociais (3,72) e de tecnologia para a saúde (3,70) ganharam destaque. Globalmente, os setores com os mais baixos níveis de confiança foram semicondutores (2,52), telecomunicações (2,92), tecnologia limpa (3,07) e biotecnologia (3,08). No Brasil, os setores de destaque para realizar investimentos em Venture Capital são helthcare IT and services (4,6), para Growth Equity, o setor de consumer business (4,7) e em Private Equity, infraestrutura (4,4).

Enquanto houve consistência entre as respostas quanto a maior confiabilidade nos setores, os níveis de confiança mais baixos são díspares: para investimentos em tecnologia limpa variou de (2,29) nos EUA, para (4,38) no Brasil. O mesmo acontece em bio-fármaceuticos (2,09 na Alemanha para 4,43 no Brasil) e equipamentos médicos (2,40 no Canadá versus 4,00 na China).

 

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