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Consumo no Natal

Brasileiro deve gastar mais neste ano, mas se mostra mais consciente e maduro quanto ao seu planejamento financeiro


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A quarta edição da pesquisa realizada pela Deloitte aponta:

  • 59% dos consumidores pretendem gastar mais ou o mesmo que no ano passado
  • 64% pretendem utilizar a internet como parte do processo de compra
  • 74% devem utilizar o cartão de crédito como o principal meio de pagamento
  • 36% pretendem economizar o seu 13º salário

São Paulo, 28 de novembro de 2013 – A época das festas natalinas se aproxima e traz um consumidor otimista, disposto a comprar mais, porém, para tanto, deverá pesquisar melhores preços. Essa é uma das constatações da pesquisa “Natal 2013 – Revelações sobre os hábitos dos consumidores brasileiros”, realizada pelo quarto ano consecutivo pela Deloitte.

A principal conclusão do levantamento deste ano aponta para o fato de que o brasileiro está passando por uma mudança em seus hábitos de consumo e em seu planejamento financeiro. Prova disso é que a parcela de consumidores que planejam economizar seu 13º salário subiu neste ano 50% em relação ao que foi registrado na pesquisa de 2012, atingindo agora o correspondente a 36% do total dos entrevistados. Outros 35% planejam quitar dívidas com esse recurso extra. Essa predisposição não implicará, no entanto, em redução de volume de compras e gastos natalinos, já que 59% dos consumidores pretendem gastar mais ou o mesmo do que gastou em 2012.

“Esses resultados indicam sinais de amadurecimento e maior consciência da utilização do crédito bancário por parte do consumidor brasileiro, que administra melhor suas dívidas e poupa parte de seus rendimentos para gastos futuros”, afirma o sócio-líder da Deloitte para o atendimento às empresas do setor varejista e responsável técnico pela pesquisa, Reynaldo Saad.

“Até alguns anos atrás, devido à memória inflacionária, o brasileiro ficava muito incomodado com dívidas a médio e longo prazos. Agora, não mais. Diante de um cenário econômico ainda com pleno emprego, renda em relativa ascensão e facilidade de acesso ao crédito, ele já consegue encarar com mais maturidade e planejamento o endividamento contraído em períodos anteriores”, explica Saad.

Hábitos de consumo

Neste Natal, o brasileiro pretende pesquisar mais antes de comprar, conforme indicam 54% dos respondentes, o que revela, novamente, uma decisão mais consciente. Em média, os entrevistados apontam que deverão gastar R$ 61,85 por presente, 11% a mais do que no ano passado. Vale lembrar ainda que, na pesquisa realizada em 2012, o ticket médio pretendido por presente era de R$ 55,60, mas o gasto efetivo acabou sendo de R$ 57,59. “Isso não é falta de planejamento. É o perfil otimista do brasileiro, principalmente em épocas festivas. Ele estabelece um patamar de consumo inferior ao que efetivamente desembolsará, e, no momento da compra, pelo impulso emocional, acaba despendendo mais dinheiro”, analisa Saad.

Pela primeira vez em quatro anos de pesquisas da Deloitte sobre expectativas de consumo para o período de Natal, o cartão de crédito em “única parcela” e o “parcelado” foram apontados como principais meios de pagamento a serem utilizados pelos consumidores (somam 74% os que indicaram essas alternativas). Aparecem na sequência, como meios de pagamento mais utilizados, o dinheiro, com 69%, e o cartão de débito, com 49%. “O resultado comprova novamente que o brasileiro, apesar de quitar suas dívidas, está pronto para contrair novas, sendo o cartão de crédito uma maneira fácil e menos burocrática para postergar e/ou parcelar suas compras, já que o crédito está pré-aprovado”, complementa Saad.

Em relação aos presentes, os mais desejados neste Natal são os aparelhos eletrônicos portáteis (45%), porém, quando se trata de presentes que serão comprados, eles aparecem na sexta colocação. Os destaques para os mais comprados são as roupas (80%), sapatos e cosméticos (ambos com 46%).  Em relação à data para realização das compras, como vêm ocorrendo nos anos anteriores, o início de dezembro aparece como o período mais indicado, segundo 46% dos respondentes.

Online como principal canal de compras

Quanto aos canais de compras empregados, confirmou-se a tendência de crescimento do comércio eletrônico, com 64% dos respondentes afirmando que a internet será o canal mais utilizado, seguido por 61% que apontam as lojas de departamento e 56% que indicam os shoppings centers. Apesar de ser o canal online o preferido dos respondentes neste Natal, as lojas físicas deverão ser visitadas, segundo eles próprios, motivados pela experiência de compra, seja por conta do atendimento pessoal, das promoções ou do contato mais direto com o produto antes da realização da compra.

“A internet tem se mostrado uma onda crescente para o varejo nos últimos anos. Este crescimento comprova o acesso das classes C, D e E à experiência de compra pelo meio eletrônico, bem como reflete as novas exigências e demandas dos consumidores emergentes”, finaliza Saad. Já quando questionados sobre os motivos que os levam a realizar as compras no ambiente online, 73% dos respondentes disseram ser devido aos preços mais baixos, 53% pela praticidade, e 51% destacaram o frete grátis.

As mídias sociais também foram destaque nos resultados da pesquisa. Quando questionados se utilizarão as mídias sociais como parte de seu processo de compras de Natal, 28% dos entrevistados disseram que sim – contra 22% na pesquisa do ano anterior, enquanto 47% ainda afirmam não utilizá-las para essa finalidade. Nas classes D e E, o percentual de pessoas que utilizarão as mídias sociais é maior, atingindo 40%.

A finalidade da utilização das mídias sociais no processo de compra também foi questionada na pesquisa. Dos respondentes, 22% disseram que leem as opiniões ou recomendações de produtos ou lojas nessas mídias, 16% utilizam para pesquisas de preços e 14% para obter ideias de presentes.

Amostra da pesquisa

A pesquisa da Deloitte contou com 750 respondentes de todo o Brasil, distribuídos da seguinte maneira nas regiões: Sudeste (26%), Nordeste (27%), Centro-Oeste e Norte (27% somadas) e Sul (20%). Em relação ao gênero, 56% dos respondentes são do sexo masculino e 44% são mulheres. As principais faixas etárias são dos grupos de 18 a 29 anos, com 42% do total da amostra, e de 30 a 44 anos, com 35%.

 

 

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