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Relatórios corporativos podem ser ainda mais inovadores e integrados, segundo RIs

Deloitte e IBRI apresentam pesquisa realizada com 42 empresas de todo País que sinalizam tendência de mudanças no modelo de reporte das informações.

São Paulo, 02 de julho de 2012 – Mais de metade (51%) dos profissionais responsáveis pelas áreas de relações com investidores acredita que os modelos dos relatórios corporativos das empresas precisam ser mais inovadores e integrados. Dessa mesma amostra, 31% responderam que as informações apesar de serem suficientes, poderiam ter mais qualidade. Já outros 15% apontam que o acesso precisa melhorar enquanto apenas 5% dizem que elas são suficientes.

A pesquisa “Qualidade das informações – transparência e integração nas divulgações das companhias abertas”, realizada pela Deloitte, com o apoio do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores), com profissionais de RI representantes de 42 empresas entre os dias 18 de abril e 31 de maio, mensurou o nível de transparência e a adoção de boas práticas dos profissionais de RI e agentes de mercado em geral.

“Os profissionais de RI brasileiros já estão adotando as melhores práticas internacionais de disponibilização de informações, o que tornou a comunicação das empresas de capital aberto com seus investidores ainda mais transparente e confiável. Agora, todo o setor busca maneiras de aprimorar seus relatórios”, afirma Ricardo Florence, Diretor-Presidente do IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores).

Outro destaque na pesquisa diz respeito à qualidade da informação fornecida, ou seja, sua relevância e utilidade no apoio às decisões operacionais e de investimento. Quando questionados sobre os temas do relatório de informações anuais que as empresas julgam mais importantes e que merecem destaque, 67% responderam serem os resultados do exercício, enquanto 62% indicam o panorama estratégico da organização e 36% apontam a governança corporativa.

“O Brasil tem percorrido um caminho cada vez mais assertivo para a sofisticação destes relatórios. A adoção de normas internacionais de contabilidade (IFRS), a criação do Formulário de Referência (via CVM Instrução 480) e a ascensão dos relatórios de sustentabilidade são exemplos concretos de quanto o Brasil tem elevado o nível de transparência das companhias abertas nos últimos anos. Agora, estamos em um momento de reflexão de como ainda podemos melhorar a qualidade geral da informação”, analisou Bruce Mescher, sócio-líder de Global IFRS and Offerings Services (GIOS) da Deloitte.

A tendência dos relatórios integrados                                            

A criação de relatórios integrados também foi ponto de discussão na pesquisa. Proposta mundialmente pelo International Integrated Reporting Comitee (IIRC), o modelo foi avaliado como positivo por 95% dos entrevistados. A maioria (58%) informou que o relatório anual emitido já é integrado e, portanto, reúne informações relevantes sobre estratégia, governança, desempenho e perspectiva da empresa. Outros 13%, apesar de não disponibilizarem o documento nesse formato, informaram que pretendem implantar o modelo de relatório integrado. Apesar disso, o estudo ainda indica disparidade entre as formas de como as empresas voluntariamente disponibilizam seus dados.

"Os conceitos e princípios dos relatórios integrados - especialmente para uma abordagem mais simples, conectada e equilibrada de comunicar os resultados e perspectivas - auxiliarão em uma comunicação e interpretação mais efetivas dos direcionadores de valor da companhia. Diante disso, o Brasil já está preparado para contribuir para o processo de elaboração dos padrões dos relatórios integrados”, declarou Mescher.

A onda sustentável

Os relatórios de sustentabilidade já são realidade dentro das empresas. A publicação deles ou dos balanços sociais já fazem parte das atividades para 62% das empresas que emitem o relatório. 17% pretendem emiti-lo e apenas 21% responderam que não o fazem. A pesquisa identificou que 79% seguem o padrão Global Reporting Initiative (GRI) e outras 17% o IBASE (relatório criado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas).

Tecnologia e informação

A internet foi apontada como o meio mais utilizado, o que mais cresce e o mais eficiente entre as formas de comunicação dos RIs com o mercado. “Nos mercados de capitais dinâmicos há uma demanda crescente por informações ágeis, acessíveis e eficientes para servir de apoio nas decisões dos investidores. Em resposta, os RIs estão adotando a internet e outras plataformas tecnológicas como ferramentas essenciais", analisou Mescher.

Os meios que mais crescem em uso pelas áreas de RI e aqueles que as empresas consideram mais importantes são os mesmos, entretanto em diferente ordem: o site da empresa foi assinalado por 64% dos respondentes, enquanto os e-mails foram a opção de 62% e, para 29%, são os sites de notícias do mercado. As redes sociais aparecem em quarto lugar, com 26% das respostas.

Seguindo uma tendência mundial em relação à difusão de informação pela web, o relatório anual de 60% das empresas já pode ser visualizado tanto digitalmente quanto impresso. Outros 37% da amostra das empresas utilizam unicamente o formato eletrônico e apenas 3% emitem o documento apenas no formato impresso.

Das empresas participantes da amostra, 52% indicam gastar mais de R$ 500 mil por ano na produção de seus relatórios. Outras 26% investem até R$ 300 mil.

A tradição das reuniões presenciais

Ainda que seja possível afirmar que a internet tem sido ferramenta fundamental na comunicação entre as companhias e seus públicos, 87% dos respondentes informaram que realizam reuniões e eventos com analistas de investimentos, acionistas e investidores potenciais. Para 65% dos entrevistados, o volume de reuniões e encontros não ultrapassa o total de 100 realizações por ano. Já 27% indicaram que realizam mais de 350 reuniões ao ano. “A importância da reunião presencial vai além das preferências culturais. Muitos analistas e investidores entendem estes encontros como um importante meio para avaliar as capacidades de liderança e corroborar com o nível de entendimento e comprometimento com as estratégias prioritárias e direcionamentos apresentados em outras comunicações”, finalizou Mescher.  

Sobre a Deloitte

A Deloitte oferece serviços nas áreas de Auditoria, Consultoria, Consultoria Tributária, Corporate Finance e Outsourcing para clientes dos mais diversos setores. Com uma rede global de firmas-membro em mais de 150 países, a Deloitte reúne habilidades excepcionais e um profundo conhecimento local para ajudar seus clientes a alcançar o melhor desempenho, qualquer que seja o seu segmento ou região de atuação.

No Brasil, onde atua desde 1911, a Deloitte é uma das líderes de mercado e seus cerca de 4.800 profissionais são reconhecidos pela integridade, competência e habilidade em transformar seus conhecimentos em soluções para seus clientes. Suas operações cobrem todo o território nacional, com escritórios em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Curitiba, Fortaleza, Joinville, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife e Salvador.

© 2012 Deloitte Touche Tohmatsu Limited.

“Deloitte” refere-se à sociedade limitada estabelecida no Reino Unido “Deloitte Touche Tohmatsu Limited” e sua rede de firmas-membros, cada qual constituindo uma pessoa jurídica independente. Acesse www.deloitte.com/about para uma descrição detalhada da estrutura jurídica da Deloitte Touche Tohmatsu Limited e de suas firmas-membros.

 

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