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Pesquisa de Natal 2012 (América Latina)


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Apesar de dispostos a pesquisar mais antes de comprar, os consumidores latino-americanos vão gastar mais ou manter os gastos neste Natal, segundo estudo anual da Deloitte

Destaques da pesquisa:

  • 61% dos consumidores consideram que a situação econômica de suas famílias está igual ou até ligeiramente melhor se comparada com 2011 e 52% consideram sua situação de trabalho estável.
  • 37% dos consumidores utilizarão o 13º salário para compras de Natal e devem adquirir, em média, cinco produtos com custo médio de US$ 35 cada. Os meios de pagamento prioritários serão o dinheiro e cartões de débito.
  • Consumidores irão pesquisar mais antes de comprar os presentes e pretendem fazer suas compras ainda no início de dezembro.
  • Vestuário é a categoria mais desejada e consumida, seguida por equipamentos móveis.
  • Quase 2/3 dos consumidores irá comprar algo pela internet neste Natal.

São Paulo, 28 de novembro de 2012 – Apesar da situação econômica mundial estar ainda indefinida (principalmente pelos problemas financeiros na Zona do Euro), os consumidores da América Latina esperam gastar mais ou manter os gastos do ano passado. A situação financeira familiar está igual ou melhor do que em 2011 para 61% dos respondentes e 52% consideram sua posição de trabalho estável nos próximos meses. Na Colômbia, 24% dos consumidores consideram que sua situação econômica familiar está muito melhor que no ano passado. Já no México, 62% dos respondentes se consideram extremamente estáveis em seus empregos.

Estes resultados são parte da “Pesquisa de Natal 2012- Intenções e expectativas do consumidor latino-americano”, realizada pela Deloitte com 3000 pessoas durante o mês de novembro, em cinco países: Brasil, Argentina, Chile, México e Colômbia. Consumidores latino-americanos vão gastar mais ou o mesmo que em 2011 – 73%, por terem melhorado suas condições financeiras ou por quererem renovar seus itens pessoais. No entanto, quando os dados são analisados por país, o Brasil se destaca pela disposição dos consumidores em gastar menos em 2012, enquanto os mexicanos são os que pretendem gastar mais (45%).

De acordo com Reynaldo Saad, sócio-líder da Deloitte na América Latina para a indústria de bens de consumo e varejo, um dos apontamentos mais interessante desta pesquisa foi a quantidade de compradores que vai optar por compras online: “Nos últimos anos, a América Latina se tornou um continente  com grande contingente de pessoas de classe média, com poder de compra  e mais acesso à internet. Estão, portanto, mudando seus hábitos e passando a comprar online com mais frequência. Se considerarmos o público jovem, este número é ainda maior, já que eles utilizam a internet diariamente”.

Pesquisar antes de comprar

50% das pessoas, em todos os países ouvidos, devem pesquisar mais antes de comprar, principalmente no Brasil: 55% pretende gastar menos que no ano passado. “Considerando estes resultados é possível concluir que os consumidores estão planejando suas despesas de final de ano e estão mais cautelosos quanto a dívidas futuras”, afirma Saad. Além disso, os consumidores estão mais ávidos por descontos e lojas de atacado. Os Colombianos serão os que farão optaram por compras desse tipo com mais frequência – 41%.

 As principais prioridades dos consumidores latino-americanos para seus gastos são os presentes e as ceias de Natal e ano Novo (ambas com 86%), mas surpreendentemente, eles uma grande parcela, 78%, pretende gastar mais com viagens. Os mexicanos são os que mais gastarão com viagens (88%), seguidos pelos colombianos (84%). Argentinos e Chilenos preferem priorizar as festas de fim de ano (92% e 94%, respectivamente).

Hábitos de consumo

Os consumidores latino-americanos usarão o 13º salários em compras de Natal (37%). Eles comprarão, em média, cinco presentes, com custo médio de US$ 35 cada. Além disso, pretendem comprar ainda no início de dezembro. Os presentes mais caros serão destinados aos filhos e conjugês.

Vestuário é o item mais desejado pelos consumidores latinos (47%) e também o item que será mais comprado (79%), seguido por equipamentos eletrônicos portáteis (33%). Cosméticos, perfumes e sapatos serão adquiridos por 39% dos compradores. E dinheiro será o meio de pagamento preferido por 70% dos consumidores, seguido por cartões de débito com 42% das transações.

Compras online

Neste Natal, 61% dos consumidores latino-americanos farão compras pela internet e com isso esperam preços mais baixos. Já aqueles que escolhem as compras em lojas físicas, esperam encontrar atendentes mais bem preparados. Os jovens optam mais pelas compras online (84%). Este hábito é mais presente no Brasil: 70% dos consumidores utilizará a internet para comprar. A pesquisa aponta ainda que 33% dos respondentes latino-americanos utilizarão celular ou tablets, enquanto os sites de compras coletivas estão na preferência de 48% destes consumidores, em seguida  estão as lojas online de grandes marcas de varejo, com 43%.

Comparações entre os países

  • Os consumidores brasileiros são os que mais pesquisarão antes da compra: 55%.  Além disso, 42% dos respondentes do País também devem comprar menos;
  • A população colombiana é a que mais compra em lojas promocionais: 41%. Os argentinos são os que menos investem em promoções, apenas 6% dos respondentes.
  • México é o País que menos faz compras online: 26% dos respondentes fazem menos de 10% das compras dessa maneira;
  • Os consumidores brasileiros são os que mais fazem compras online: 36% dos respondentes fazem de 20 a 75% das compras online;os jovens são os que mais farão comprarão neste formato: 84% deles efetuarão de 50% a 99% das compras por internet ou tecnologia móvel.
  • Consumidores mexicanos e colombianos são os que mais priorizarão as viagens: 88% e 84%, respectivamente. No Brasil somente 47% devem investir nesse quesito, enquanto que na Argentina e no Chile a porcentagem fica em 79%.
  • No México mais consumidores devem fazer reformas domiciliares: 91%, seguido de Colômbia (83%).

Amostra da pesquisa

A pesquisa foi encomendada pela Deloitte e conduzida pela internet por uma empresa independente entre 1º e 8 de novembro de 2012. Foram ouvidas 3000 pessoas, com margem de erro de 4%.

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