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Banca em Análise Angola 2009


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A quarta edição do estudo da Deloitte “Banca em Análise Angola 2009” foi apresentada em Luanda, numa sessão que contou com a presença do ministro da Economia Angolano, Manuel Nunes Júnior, e do vice-presidente do Banco Europeu de Investimentos, Carlos Costa.

O estudo, elaborado pela Deloitte junto de 19 instituições bancárias a operar no território angolano, indica que o sector bancário angolano revelou níveis de crescimento significativos em 2008 e que é expectável que a conjuntura macroeconómica do país recupere a partir do final do presente ano.

Em 2008 o sector bancário angolano registou um crescimento de 59 por cento nos depósitos e no crédito a clientes. Neste período a rentabilidade e a eficiência do sector saíram reforçadas, com particular destaque para os capitais próprios, situados nos 41,9 por cento, e para o indicador de custos gerais de exploração sobre o produto bancário bruto (37,7 por cento).

O segundo trimestre de 2009 ficou marcado pelo início dos efeitos da crise internacional na economia real, que coincidiu com a reacção do Governo angolano à quebra das receitas provenientes da exportação do petróleo e à diminuição das reservas internacionais líquidas do país.

De acordo com João Carvalho, Partner especialista em branca e seguros, “este cenário levanta três desafios à banca angolana: a primeira relativa à gestão das alterações estruturais do negócio ao nível do financiamento, com o crescente impulso regulamentar e consequente impacto nas operações na relação com os clientes. Em segundo lugar o crescente aumento da complexidade do sistema, ditado pela bancarização, que suscita a necessidade de manter níveis de eficiência e rentabilidade adequados. Por último, a banca deve investir no desenvolvimento do capital humano, um factor estratégico para a diferenciação sustentável das empresas fortes e líderes da indústria de serviços.”

De acordo com as entrevistas realizadas pela Deloitte, a maioria dos inquiridos deposita grandes expectativas em 2010 em relação ao forte desenvolvimento do sistema financeiro. Esta visão é suportada pelas perspectivas de crescimento do país, por uma maior flexibilidade da política monetária nacional, pelo investimento das instituições na presença no território e por uma aposta na qualificação dos recursos humanos.